domingo, 31 de julho de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Carro do Ano

A 45ª edição do Carro do Ano, o mais importante e antigo prêmio da indústria automobilística brasileira já está chegando. Será realizada na noite de 8 de novembro, no Credicard Hall, em São Paulo. Como é de se esperar, as categorias têm tudo para serem disputadíssimas, devido à quantidade de lançamentos nos últimos meses.

Antes de revelar os vencedores do Carro do Ano 2012, porém, Autoesporte faz uma retrospectiva do prêmio. Ao conhecer um pouco da sua história, você vai entender por que ele fez – e ainda faz – sucesso, como ganhou importância nessas mais de quatro décadas e por que é, sem exagero algum – assim como Brad Pitt e outros galãs que passaram dos 40 –, um eterno cobiçado.

Primeiras premiações

Era 1966, a revista Autoesporte completava dois anos e o cenário brasileiro era predominantemente rural. Embora o Brasil vivesse um momento de aceleração industrial, com a instalação de montadoras, ainda dava para contar nos dedos quantas marcas – a maioria fabricante de caminhões – existiam, como a quantidade de modelos que eram comercializados. Mesmo assim, o momento foi ideal para a criação do Carro do Ano, o prêmio em que jornalistas especializados de todo país escolhem os melhores lançamentos.

Não por acaso, naquele ano, a picape Willys, que tinha tudo a ver com a necessidade dos brasileiros, foi a primeira levar o título. Depois foi a vez do Ford Galaxie em 1967, do Ford Corcel em 1969, do Dodge Dart em 1970... (confira abaixo a lista de todos os vencedores).

Com o tempo e o desenvolvimento da indústria, a oferta de automóveis aumentou. A concorrência pelo Carro do Ano, por sua vez, não ficou para trás. Foi preciso até fazer algumas alterações no regulamento do prêmio para equilibrar a disputa.


Detalhe da capa da revista Autoesporte de fevereiro de 1993
Novas categorias

Na década de 1990, com a volta das importações, a diversidade de veículos já era tanta que, além da categoria principal que leva o nome do prêmio, foram criadas mais três: Importado do Ano, Utilitário-Esportivo do Ano e Picape do Ano.

Na edição do Carro do Ano 2007, duas novas chegaram para deixar a premiação ainda mais abrangente: Motor do Ano e Motor Importado do Ano. Na seguinte, outras mudanças foram realizadas para melhor acompanhar as tendências do mercado, recheado de novidades nacionais e importadas de diversos preços. Passaram a valer: Carro do Ano, Carro Premium do Ano, Utilitário do Ano, Utilitário Premium do Ano, Motor do Ano até 2.0 e Motor do Ano acima de 2.0.

Na eleição dos melhores de 2010, que comemorou os 45 anos da revista Autoesporte, foi definida a versão atual do prêmio, com mais cinco categorias, as quais aumentam a sua importância e representatividade, e comprovam que há outros fatores decisivos no sucesso de um carro.

A premiação ficou dividida da seguinte maneira: Carro do Ano, Carro Premium do Ano, Picape do Ano, Utilitário do Ano, Utilitário Premium do Ano, Motor até 2.0, Motor acima de 2.0, Carro Verde do Ano, Publicidade do Ano e Site do Ano. Além disso, ela conta com a indicação do Executivo do Ano e com o Hall da Fama Autoesporte, uma homenagem às pessoas que marcaram a história do setor automobilístico brasileiro.

A eleição

Hoje em dia, não é fácil contar quantos carros são lançados no Brasil. Decidir qual a melhor novidade do ano, muito menos. É por isso que os quesitos de elegibilidade ficaram cada vez mais rigorosos. Na eleição dos melhores veículos, são levados em conta: atualidade do projeto, inovação tecnológica, design, economia, segurança, desempenho, satisfação do motorista, conforto, adequação ao mercado e respeito ao meio ambiente. Já para a avaliação dos motores pesam: tecnologia, potência, torque, consumo e emissão de poluentes.

Em todas as edições do Carro do Ano – auditadas por uma empresa especializada, que revela o resultado apenas na hora da premiação –, jornalistas têm o poder de decisão dos melhores carros e motores. Fica a cargo, porém, de engenheiros, publicitários e especialistas em comunicação online escolherem Carro Verde do Ano, Publicidade do Ano, Site do Ano e Executivo do Ano.

sábado, 23 de abril de 2011

Carros roubados

Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender o aumento do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados até a segunda metade de dezembro, quem já tinha comprado o veículo com a nova alíquota terá seu dinheiro devolvido.

A decisão do STF revogou, por 90 dias, a cobrança imediata do aumento de 30% do IPI, por considerá-la inconstitucional. O aumento está previsto no decreto 7.567, de 16 de setembro último.
Aumento de 30% do IPI inflacionará em R$ 26 mil, por exemplo, um carro da Land Rover de R$ 129,9 mil

Devolver o imposto cobrado indevidamente é a recomendação da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) às suas filiadas. A orientação para os clientes que adquiriram esses veículos é procurar a concessionária a partir de segunda-feira, para se informar sobre como proceder.

Em nota, a Abeiva informou que, do quadro de 27 marcas associadas, somente três importadoras haviam anunciado mudança em suas tabelas de preços. “Audi, Porsche e Kia Motors cumprirão a determinação do STF”, assegura a entidade.

A Kia vendeu 1.993 veículos com a nova alíquota do IPI. Mas, desse total, apenas 42 unidades foram faturadas ao consumidor. A empresa argumenta que a tabela de veículos tem preços sugeridos e, assim, não há como impedir que algumas revendas tenham preços acima do sugerido. Nesses casos, a negociação fica por conta da concessionária.

Acordo
O advogado da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Proteste, Thiago Azevedo, diz que se o consumidor não entrar em acordo com a importadora, deve procurar a Justiça Federal. “Recomendo que reúnam os documentos e verifiquem na nota fiscal se o IPI foi reajustado na hora da venda”.

Já o gerente-geral da importadora Land Rover Volvo Salvador, Eduardo Castro, afirma que nenhum carro foi vendido com o aumento. Mas dá uma ideia do que está por vir. “Um carro de R$ 129 mil pode sair R$ 26 mil mais caro”, calcula.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Como evitar acidentes de carro

Não permita que as crianças brinquem ou lutem dentro de seu carro (devem ter assentos especias em todos os momentos). Muito barulho ou um encontrão podem facilmente distraí-lo e impedir a concentração necessária para dirigir com segurança.

Os telefones celulares também podem tirar seu foco longe da tarefa em mãos: chegar com segurança ao seu destino.

Evite dirigir quando estiver cansado. Esteja ciente de que alguns medicamentos podem causar sonolência e dirigir um veículo fica muito perigoso.

Tenha cuidado ao mudar de faixa. Cortar a frente de alguém, mudar de faixa muito rápido ou não usando seus piscas, pode causar um acidente ou perturbar os outros condutores.

Sugestões de condução para condições de Inverno. O que há de diferente?

Primeiro de tudo, cinto de segurança. A Segurança do carro básica implica o uso de cintos de segurança em todos os momentos. Eles são uma de suas melhores defesas em caso de acidente. E é a lei.

Inverno pode trazer chuva, neve, gelo, frio e lama, que todos sabemos torna a condução mais perigosa. Redobre a atenção em áreas com gelo, especialmente cruzamentos, áreas sombrias, pontes e viadutos.

O inverno adiciona todo tipo de surpresas ao condutor, verificar regularmente a previsão do tempo na TV ou rádio para que você possa se ​​preparar para o mau tempo. Em dias de mau tempo, as escolas e locais de trabalho podem fechar ou atrasar a abertura. Considere ficar em casa se ​​você não precisa estar na estrada.

Certifique-se que tem um kit de emergência no porta-malas de seu carro, incluindo cobertores, um kit de primeiros socorros, e cabos jumper. Incluir alguns alimentos e água em seu kit de emergência, certifique-se o seu telefone celular está totalmente carregado e que o seu carro sempre tem o tanque cheio de combustivel.
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